Uma República sem Presidente

Cavaco Silva é o mais incompetente e o mais sectário de todos os Presidentes da história da III República. Senão vejamos:

  • Primeiro furtou-se a encontrar uma data para as eleições legislativas que permitisse criar condições para se apresentar o Orçamento de Estado para 2016 nos prazos constitucionais;
  • Depois escapou de forma inédita e insólita das celebrações da Implantação da República a que preside;
  • Finalmente evadiu-se de contribuir para a construção de pontes e consensos entre os partidos, excluindo a CDU e o Bloco de Esquerda de uma solução de governo para Portugal.

Por sua única e exclusiva responsabilidade, Cavaco Silva condenou-se ao papel de espectador num momento decisivo para o futuro do país entregando ao líder do Partido Socialista, António Costa, a função de ouvir TODOS os partidos e, com eles, construir um futuro novo para Portugal. O que quer que o Presidente faça para impedir a maioria parlamentar que se vier a formar está ferido de uma ilegitimidade política sem precedentes.

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