A decadência do caminho de ferro

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Numa excelente reportagem assinada por Samuel Silva e Carlos Cipriano, o Público noticia que 1/3 das estações a norte do Porto estão encerradas, abandonadas e prontas a serem vandalizadas. É mais um capítulo da decadência do caminho de ferro em Portugal, consequência última da falta de visão na construção e desenvolvimento do país. Se o país se quer aproximar da Europa e não quer perder de uma assentada o comboio europeu, então é tempo de se fazer, em definitivo, a aposta nos transportes ferroviários: com o reforço da intermodalidade, com a melhoria dos serviços e aumento da frequência de comboios, com a dinamização das estações, com a concentração dos aglomerados urbanos (através da limitação clara dos espaços urbanizáveis nos PDMs) e, no caso do Minho, construção dos 15km de linha que ligariam Braga a Guimarães, passando pelas duas universidades e pelo pólo tecnológico das Taipas.

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