Das terapias com animais no tratamento do autismo

© Pedro Besteiro

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A utilização de animais como meios auxiliares no tratamento de perturbações do espectro do autismo tem sido reportada de forma recorrente na literatura especializada. Ainda que não exista nenhum estudo científico com robustez que permita afirmar de forma inequívoca os benefícios destas terapias, a verdade é que os dados disponíveis identificam melhorias na socialização, no bem-estar reportado e, em alguns casos, nas competências de linguagem das crianças com perturbações do espectro do autismo. Importa salientar, que estas técnicas não visam o tratamento mas a melhoria de algumas das competências que se encontram afectadas pela doença (a este propósito, sugiro a leitura de uma revisão publicada em 2013 no Journal of Autism and Developmental Disorders da autoria de Marguerite E. O’Haire, uma Professor ade Psicologia da Universidade de Queensland, na Austrália).

Vem isto a propósito da divulgação feita pelo meu colega Diogo Guerreiro de um projecto deste âmbito que está a ser desenvolvido na região de Lisboa e que tem potencialidades para ser implementado mais a Norte.

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